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Sozinha não, independente!

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Há poucas coisas melhores do que acordar de manhã com um espaço e tempo para si mesma. Sozinha em seu palácio, você está livre para vaguear por aí de calcinha, ligar sua lista de reprodução favorita cheia de músicas embaraçosas, esticar em todas as superfícies disponíveis e ler, cochilar, comer, cochilar, repetir tudo de novo.
Apesar do fato de que quase todo mundo entende a alegria de um dia para si mesmo, ainda há um estereótipo que cai sobre cerca de 50 por cento da população que associa uma mulher sozinha a uma mulher solitária.
Felizmente, o ilustrador Méxicano Idalia Candelas (clique para ver seu Instagram) captou o espaço sutil entre solidão e estar sozinha em sua série chamada “Pós-moderna Solidão”. Em preto e branco, Candelas elabora uma mulher esparramada na cama, fumando um cigarro, fazendo os pratos, jogada no sofá. Seus desenhos não são sensuais e muito menos tristes. As mulheres, embora vestido com calcinhas e sutiãs ou nuas, estão fazendo coisas por si mesmas, se amando. E elas parecem estar indo muito bem.
Os desenhos, publicados em um pequeno livro intitulado “Alone”, são uma rejeição sutil para o imaginário que circula ao redor de mulheres sozinhas – leia-se: solteiras – principalmente aquele imaginário que as colocam chorando e comendo sorvete. Eles suavemente exaltam a sensação de segurança e conforto de desfrutar da companhia de ninguém além de si mesmas.Fonte Huffington Post





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